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Principais conclusões
- A maior parte da luta empreendedora não envolve habilidade. É sobre emoções desconhecidas. A experiência é importante, não porque torna você mais inteligente, mas porque torna familiares as situações difíceis.
- O ensaio emocional cria confiança real. Os empreendedores devem visualizar e preparar-se mentalmente para como serão os desafios antes que aconteçam em tempo real.
- A confiança vem do reconhecimento. Os fundadores que perseveram não são aqueles que evitam o desconforto. Foram eles que praticaram os sentimentos, ensaiaram momentos difíceis e não confundiram emoção com perigo.
A maioria de nós cresceu ouvindo a mesma frase repetidamente: A prática leva à perfeição.
Você ouvia isso nos esportes, nas aulas de música, na escola e em qualquer atividade que exigisse repetição. Não se esperava que você fosse bom da primeira vez. Ou mesmo o décimo. A suposição era simples: quanto mais você praticava, mais familiar isso se tornaria – e melhor seria seu desempenho. sob pressão.
O interessante é como essa lição desaparece completamente quando nos tornamos empreendedores.
De repente, esperamos saber como lidar com coisas que nunca experimentamos antes. Nós nos julgamos duramente por reações emocionais a situações que nunca ensaiamos. E confundimos desconforto com incompetência.
Mas a verdade é esta: A maior parte da luta empreendedora não envolve habilidade. É sobre emoções desconhecidas.
Experiência não é apenas conhecimento – é memória emocional
Quando as pessoas dizem que alguém é “experiente”, raramente estão falando sobre inteligência. Eles estão falando sobre exposição.
Um empreendedor experiente tem:
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Vi negócios desmoronarem
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Foi mal compreendido publicamente
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Teve lançamentos fracassados
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Tomou decisões que envelheceram mal
-
Carregou a responsabilidade por mais tempo do que se sentiu confortável
O que parece confiança visto de fora costuma ser algo muito mais silencioso: reconhecimento.
Eles já sentiram isso antes. Seu sistema nervoso conhece o terreno.
É por isso que a experiência é tão importante. Não porque torna você mais inteligente – mas porque torna as situações familiar.
Por que “a prática leva à perfeição” funcionou tão bem
Quando crianças, a prática não consistia apenas em melhorar a técnica. Tratava-se de treinar nosso relacionamento para desconforto.
Quando você praticava piano ou praticava esportes, você aprendia:
Eventualmente, esses sentimentos deixaram de ser alarmantes. Você não desistiu porque seus dedos doeram ou porque você errou um tiro. Você esperava por isso.
Essa expectativa criou calma.
O empreendedorismo, no entanto, lança as pessoas em ambientes emocionais de alto risco, sem nenhum ensaio. E então nos perguntamos por que os fundadores se esgotam, congelam ou auto-sabotagem quando as coisas ficam difíceis.
A habilidade que falta: ensaio emocional
Nos preparamos para reuniões.
Nos preparamos para lançamentos.
Nós nos preparamos para a estratégia.
Mas raramente nos preparamos para como algo vai acontecer sentir.
E é aí que entra o ensaio emocional.
Joe Dispenza falou extensivamente sobre a ideia de que o cérebro e o corpo não distinguem claramente entre experiências reais e experiências vividamente imaginadas. Quando imaginamos repetidamente uma situação com detalhes emocionais, começamos a treinar nosso sistema nervoso para reconhecê-la como conhecida, em vez de ameaçadora.
Isso não é neurociência abstrata. É um condicionamento prático.
E aparece em todos os lugares assim que você percebe.
Aprendendo com as subidas mais difíceis do mundo
Lembrei-me deste conceito recentemente quando assisti à subida brutal de Alex Honnold ao Taipei 101.
O que se destacou não foi apenas a preparação física; ele também falou sobre o preparação mental.
Antes da subida, ele ensaiou obsessivamente:
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Como seus músculos queimariam
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Como sua respiração mudaria
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Quando sua mente iria querer desistir
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Como seria o medo no meio da subida
Quando ele estava escalando, nada o surpreendeu.
A dor não era agradável – mas era familiar.
E a familiaridade gera controle.
O empreendedorismo é um esporte de resistência emocional
O empreendedorismo não é um sprint. Não é nem uma maratona. Está mais perto de um subida imprevisível onde o terreno muda no meio da subida.
Em diferentes estágios, você encontra experiências emocionais inteiramente novas:
-
O choque de responsabilidade quando as pessoas dependem de você para obter renda
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O solidão da liderança quando as decisões não podem ser terceirizadas
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A vulnerabilidade da visibilidade à medida que sua marca cresce
-
A pressão do sucesso quando as expectativas aumentam mais rápido que a capacidade
Nenhuma dessas emoções significa que algo está errado. Eles significam que algo é novo.
O problema é quando os fundadores encontram esses sentimentos em relação ao primeira vez em tempo real – com consequências reais – e interpretá-los como um fracasso.
Por que o desconforto familiar é mais fácil do que o desconforto novo
Seu sistema nervoso foi projetado para protegê-lo de novidades. Não importa se algo é objetivamente perigoso – apenas se é desconhecido.
É por isso:
-
Fundadores de primeira viagem entre em pânico com mais facilidade
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Novos níveis de sucesso podem parecer desestabilizadores
-
O crescimento pode desencadear ansiedade em vez de confiança
A emoção em si não é o problema. A novidade é.
Quando você já “esteve lá” emocionalmente – mesmo no ensaio – seu corpo responde de maneira diferente. Você permanece presente em vez de reativo. Você toma decisões em vez de congelar.
Como os empreendedores podem praticar antes que chegue o momento
O ensaio emocional não consiste em evitar dificuldades. Trata-se de normalizar isso. Veja como os fundadores podem realmente aplicar isso:
1. Ensaie o fracasso, não apenas o sucesso
Visualize como é quando algo não funciona. Sente-se com a decepção sem entrar em espiral. Pratique ficar com os pés no chão.
2. Pratique ser mal compreendido
O crescimento geralmente significa que as pessoas projetam suposições sobre você. Ensaie o desconforto de não corrigir a narrativa – e sobreviver mesmo assim.
3. Prepare-se para o peso das vitórias
O sucesso traz pressão, escrutínio e expectativa. Muitos fundadores não percebem como o crescimento pode ser desestabilizador até entrarem nele.
4. Nomeie as emoções antes que elas apareçam
Quando você espera o medo, ele perde poder. A antecipação transforma o pânico em informação.
5. Treine seu sistema nervoso, não apenas seu intelecto
Você não precisa de mais lógica em momentos difíceis. Você precisa de familiaridade emocional.
Por que isso cria confiança real
Confiança não é bravata. Não é alto. Não é fingir que as coisas não afetam você.
A verdadeira confiança vem do reconhecimento:
“Eu conheço esse sentimento.”
“Eu já sobrevivi a isso antes.”
“Eu não preciso escapar deste momento.”
Isso é o que a experiência realmente oferece – não perfeiçãomas estabilidade.
Os empreendedores que duram
Os fundadores que perduram não são aqueles que evite desconforto. Foram eles que esperavam por isso.
Eles praticaram os sentimentos.
Eles ensaiaram os momentos difíceis.
Eles não confundiram emoção com perigo.
Assim como aprendemos quando crianças: a prática não torna as coisas indolores. Isso os torna familiares.
E no empreendedorismo, a familiaridade costuma ser a diferença entre o pânico e a liderança.
Principais conclusões
- A maior parte da luta empreendedora não envolve habilidade. É sobre emoções desconhecidas. A experiência é importante, não porque torna você mais inteligente, mas porque torna familiares as situações difíceis.
- O ensaio emocional cria confiança real. Os empreendedores devem visualizar e preparar-se mentalmente para como serão os desafios antes que aconteçam em tempo real.
- A confiança vem do reconhecimento. Os fundadores que perseveram não são aqueles que evitam o desconforto. Foram eles que praticaram os sentimentos, ensaiaram momentos difíceis e não confundiram emoção com perigo.
A maioria de nós cresceu ouvindo a mesma frase repetidamente: A prática leva à perfeição.
Você ouvia isso nos esportes, nas aulas de música, na escola e em qualquer atividade que exigisse repetição. Não se esperava que você fosse bom da primeira vez. Ou mesmo o décimo. A suposição era simples: quanto mais você praticava, mais familiar isso se tornaria – e melhor seria seu desempenho. sob pressão.










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