Crypto Robot quer ser seu amigo e pagar pelo privilégio

Crypto Robot quer ser seu amigo e pagar pelo privilégio

Robot Roommate quer conversar, tocar música e pagar em criptografia

Floki se une à Rice Robotics para lançar um gadget falante que recompensa a interação humana com tokens e companheirismo

Em um desenvolvimento que parece suspeito com o enredo de uma sitcom com tema tecnológico, um projeto de criptomoeda e uma empresa de robótica de Hong Kong uniram forças para construir um robô que fala, entretém e fornece criptomoeda para lhe fazer companhia.

A Rice Robotics, conhecida por fabricar robôs que entregam pacotes e, ocasionalmente, conversam sobre amenidades, lançou o Minibot M1 – um robô assistente pessoal alimentado por inteligência artificial e apoiado pela empresa de moedas meme Floki. A pequena máquina foi projetada para buscar informações, contar histórias e mantenha conversas com seus proprietários humanosque será recompensado em tokens $RICE cada vez que interagir com ele. Isso mesmo: é um robô que presta atenção.

O token $ RICE, que alimenta esse acordo, será lançado no TokenFi Launchpad. Qualquer pessoa que possua outra moeda de Floki ($ FLOKI) ou token da TokenFi ($ TOKEN) pode esperar que algum troco digital gratuito caia em suas contas por meio de lançamentos aéreos – nenhuma palavra sobre se o robô o entregará pessoalmente.

Os apoiadores do projeto incluem alguns pesos pesados ​​como SoftBank, Nvidia e Dubai Future Foundation. A Rice Robotics já possui máquinas realizando tarefas para a 7-Eleven no Japão e realizando tarefas de escritório na sede da SoftBank. Aparentemente, o próximo passo lógico é construir robôs que funcionem como colegas de apartamento necessitados com carteiras criptografadas.

A Floki, por sua vez, está indo além das moedas com tema de cachorro, chegando à inteligência artificial e à tokenização de ativos por meio de sua empresa irmã TokenFi. A esperança é que algum dia os robôs troquem dados de treinamento entre si, da mesma forma que os humanos trocam histórias em bares – só que sem a cerveja e, esperançosamente, com menos mal-entendidos.

A Rice Robotics arrecadou recentemente US$ 7 milhões em uma rodada de financiamento pré-Série A, que incluiu contribuições do Alibaba Entrepreneurs Fund e outros. O objetivo? Uma rede descentralizada de dados de robôs, onde os bots aprendem uns com os outros sem precisar se reportar à sede – como uma espécie de boato de fofoca no escritório, mas com código.

Com analistas estimando que o setor de robótica de IA poderá ultrapassar US$ 100 bilhões até 2030, Floki e Rice apostam que as pessoas estarão abertas à ideia de um robô amigável que possa tocar sua playlist favorita, agendar sua consulta no dentista e dar algumas moedas para o bate-papo.

Ainda não se sabe se isso se tornará o novo normal ou apenas mais um capítulo na longa história de invenções estranhas da tecnologia. Mas, por enquanto, a ideia de um robô que ouve suas histórias e dá dinheiro parece uma sessão de terapia futurística – sem a taxa horária.

Você deixaria um robô pagar para você ser seu amigo?

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